foto ilustrativa da internet
Há algum tempo, venho pesquisando sobre instrumentos de comunicação entre seres humanos e outros seres não humanos (seres extrafísicos). A comunicação para esse objetivo é baseada em uma frequência energética, que permite que os sentidos se interconectem, oferecendo respostas em interação. Quando as frequências se interconectam, elas entram em consonância uma com a outra, surgindo entre elas o contato quântico de comunicação. O espaço/tempo torna-se algo sem barreiras e ilimitado.
Meu grande objetivo é mostrar que existem seres extrafísicos, que eles podem se comunicar e/ou estão entre nós.
Existem várias técnicas, objetivos e direcionamentos para alcançar esse objetivo. Uma delas é a transcomunicação, que pode ser aplicada na tentativa de conseguir contato com seres espirituais (desencarnados), seres extrafísicos, extradimensionais, extraterrestres (UFOs), entre outros.
As técnicas de transcomunicação surgiram para mim como uma possibilidade de contato com esses seres, que muitas vezes são identificados no imaginário popular como: extrassensoriais, extraterrestres, alienígenas, extradimensionais, fadas, gnomos, ondinas, elfos, fantasmas, entre outras nomenclaturas fenomenológicas.
O cientista alemão, Konstantin Raudive (1909-1974), foi pioneiro da técnica de transcomunicação instrumental. Ele estudou a parapsicologia por toda a vida, com ênfase especial no interesse pela vida após a morte. Porém, o termo transcomunicação foi criado nos anos 80, na Alemanha, pelo físico e estudioso Ernst Senkowski, e significa comunicação com o mundo extrafísico.
No Brasil, esta técnica vem sendo desenvolvida pela cientista brasileira Drª Sônia Rinaldi, do Instituto de Pesquisas Avançadas em Transcomunicação (IPATI). A transcomunicação pode ser realizada através de áudios (ondas de rádio, gravador de voz, etc.) ou visuais (imagens transpassadas, fotos, desenhos, vídeos, etc.), entre outras formas que possibilitam a materialização orgânica da mensagem.
A Drª Sônia utiliza vários instrumentos construídos por ela ao longo de suas pesquisas, como método de comunicação com pessoas e seres "do outro lado da vida humana". Neste vídeo, ela explica sobre as evidências encontradas pela transcomunicação com seres que apresentam traços e formatos entre humanos e pássaros (Blue Avian): [vídeo](https://www.youtube.com/watch?v=hOS6HmAYQDs).
Enfatizo que todas as minhas técnicas, referências e estudos desses experimentos são baseados nos estudos da Drª Sônia Rinaldi. Contudo, venho utilizando técnicas de transcomunicação com instrumentos rudimentares.
Um exemplo do trabalho da Drª Sônia é a fotografia de uma pessoa desencarnada (morta), colocada na frente do rosto de uma pessoa viva para possibilitar a transcomunicação. Quando as fotos são sobrepostas, ela tira uma fotografia durante essa atividade. A foto resultante mostra então outra imagem, evidenciando a pessoa desencarnada ou um outro ser do outro lado.
Outra técnica que pode ser utilizada é através de fumaça gerada por um fusor de vapor. A Drª Sônia utiliza este método com vapor e luzes ao redor, para obter fotos e depois verificar se nas imagens os seres aparecem na tentativa de se comunicar.
Segundo a Drª Sônia, é preciso que haja algum resíduo, ruído ou material entre "o lado de cá" e "o lado de lá" para que haja uma modificação dos seres no momento da transcomunicação. É como se oferecêssemos os ingredientes para que eles, na modificação possível, apresentassem o produto. Para mais informações sobre esse assunto, assista a este [vídeo](https://www.youtube.com/watch?v=_2HDwI3R0Dk), no qual a Drª Sônia explica melhor sobre os ruídos.
Nos meus experimentos, percebo que o flash da câmera fotográfica que atinge a fumaça ou as fotos entre os chuviscos da televisão fazem a intercessão entre os materiais apresentados do lado de cá, para que sejam modificados por frequências de ondas energéticas pelos seres do lado de lá. Esta observação é uma especulação minha, baseada nos resultados apresentados nos experimentos.
Os experimentos
Experimento 01
Realizado na minha casa em 22/03/2022 às 21h
Instrumento: fusor aromático.
Técnica do Vapor: Início das Pesquisas
Por meio da técnica do vapor, dei início às minhas pesquisas, tentando reproduzir experimentos com o objetivo de detectar a existência de seres extrassensoriais, extrafísicos, extraterrestres ou extradimensionais.
Em uma sessão direcionada ao objetivo, fiz uma pergunta-chave: "Que tipos de seres extrafísicos podem se comunicar comigo neste momento?"
Então, liguei um fusor aromático para produzir fumaça e comecei a tirar fotos com o celular, com o flash ligado, para depois verificar quais formas apareciam nas imagens.
As imagens registradas mostraram, na minha percepção, o surgimento de formas de rostos e corpos de seres diferenciados da configuração humana.
É importante mencionar que há uma possibilidade de essas imagens serem pareidolias*, contudo, algumas delas aparecem nitidamente como massas simétricas com formatos que identificamos no imaginário social como seres não humanos, tais como: extraterrestres, fadas, gnomos, etc. É importante também refletimos sobre esta palavra como algo impeditivo de poder percebermos imagens para além do padrão permitido pela Matrix.
Uma boa evidência pode ser vista na foto 1.26, na qual solicitei que pudessem materializar um ser extraterrestre, e a figura que surgiu de imediato foi de um ser extrafísico que aparece acima da minha cabeça, com proporções simétricas definidas, como cabeça, boca e olhos bem delineados.
Ademais, o experimento foi realizado com a intenção de ter contato com esses seres extrafísicos, mas não com espíritos de pessoas humanas desencarnadas (mortas).
Em algumas imagens, também foi possível perceber corpos inteiros desses seres.
É importante ressaltar que a fumaça produzida pelo fusor tinha aproximadamente 30 cm, portanto, foi possível perceber que as imagens se limitaram ao tamanho adequado para o aparecimento.
Todas as fotos abaixo foram escurecidas para permitir uma melhor visualização das formas.
Deixo aqui algumas das imagens captadas pelo experimento.
IMAGENS

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Imagem escurecida

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Nesta última, pode-se notar, acima de mim, duas imagens de possíveis rostos.
Experimento 02
Realizado em 28/03/2022 as 18h.
Instrumentos: fusor aromático e luzes coloridas com bastão cromático
O experimento aconteceu aleatoriamente sem nenhum agendamento prévio, diferente do experimento 01 que foi realizado por um determinado agendamento com data, horário e pergunta direcionada ao objetivo.
Neste experimento notei que a maioria das figuras captadas podemos designa-las como sendo pareidolia, pois não havia formatos determinados e simetria de formas. Porém, a minoria das imagens apresentam também formas do que podemos identificar no imaginário social como configurações mitológicas de seres extrafísicos; estas, circulei-as.
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Experimento 03
Realizado em 30/03/2022 as 22h.
Instrumentos: Chuvisco da televisão, uma imagem colorida de uma pessoa por cima do chuvisco. Fotos do celular tiradas com flash ligado.
O experimento aconteceu aleatoriamente sem nenhum agendamento prévio, data e horário. Houve a pergunta direcionada ao objetivo conforme o experimento 01. Que tipos de seres extrafísicos podem se comunicar comigo neste momento?
Neste experimento notei que a maioria das figuras captadas são mais significativas, porém não tão nítida porque necessita de um olhar mais detalhado das figuras. As imagens que aparecem são de configurações de seres extrafísicos.
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Nesta foto a imagem para parecida é com um ser felino.
Deixo claro que este é somente um experimento e que não há crenças religiosas ou teoria de conspiração envolvida. As imagens podem ser também desdobramentos do inconsciente.
IMPORTANTE: NÃO AUTORIZO COPIA OU USO DE QUALQUER UMA DESTAS IMAGENS OU INFORMAÇÃO SOBRE O EXPERIMENTO SEM MINHA AUTORIZAÇÃO. GRATO
*é um fenômeno psicológico comum em todos os seres humanos, conhecido por fazer as pessoas reconhecerem imagens de rostos humanos ou animais em objetos, sombras, formações de luzes e em qualquer outro estímulo visual aleatório.





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