quarta-feira, 12 de abril de 2023

No início das Eras

Escrito em canalização estelar por Alecht

Em um passado muito remoto, sem que pudessem mensurar como no espaço/tempo da Terra, nós, sirianos e outros estelares, vivemos neste planeta com os humanos, quando o chamávamos de Gaya; o planeta das águas salgadas.

Vivíamos em paz, ensinando aos humanos nossas crenças, ciências, governos, agriculturas, etc. A própria noção de república, império e democracia vieram de nossos ensinamentos. Estivemos fisicamente entre vocês por muitos éons, nas Eras que chamávamos de Aurora, até que os grandes cataclismos vieram com força. Muitos dizem que foi a grande Fonte Criadora que nos enviou os embates, para que pudéssemos voltar às nossas origens estelares e deixar os humanos em suas livres decisões. Não acreditamos nisso, pois a Terra é um organismo vivo assim como tudo no universo.

Vocês, humanos atuais, não fazem ideia de como foi a Era Aurora. Tínhamos tecnologias avançadíssimas, como as que vocês retratam nos filmes de ficção. Essas imaginações vieram de projeções dessas épocas. Tudo se acabou com os períodos dos embates.

Quando os embates começaram a destruir tudo, muitos de nós decidiram ficar na Terra para não deixar nossos irmãos humanos à mercê da destruição, que piorava a cada ano. Até que chegou o dia em que para muitos de nós não era mais possível viver na superfície do planeta, devido ao habitat ter se tornado nocivo para nossas espécies. Muitos voltaram para os seus planetas de origem por meio de naves intergalácticas, através de resgates de nossos astrodescendentes. Porém, muitos ficaram aqui por terem construído famílias com outras raças humanas, que não poderiam sair da Terra devido à consciência espiritual que os prendia ao campo vibratório. Assim, muitos irmãos estelares tiveram que se abrigar em bolsões dimensionais, criados por eles em algumas localidades da Terra que possuíam vórtices temporais ligados ao fluxo intraterreno nas cidade criptoterranas. Foram muitos éons vivendo nesses bolsões até os cataclismos diminuírem.

Contudo, mesmo após os cataclismos terem amenizado, nós, seres estelares, não poderíamos mais voltar para a superfície, apenas os humanos híbridos conseguiam, por meio de túneis atemporais feitos por nós. Foi então necessário construir cidades na superfície que pudessem ligar as cidades intraterrenas. Assim, foram criadas as grandes pirâmides em vários lugares, que vertiam energeticamente as duas linhagens, ou seja, os estelares puros e os estelares híbridos humanos. Nós orientamos os híbridos na construção dos monumentos conforme a ligação com nossas estrelas maiores; eram nossa astrocartografia de volta para casa.

Nossos descendentes - filhos - os híbridos humanos foram chamados por vocês por muito tempo de semideuses, por possuírem forças e algumas potencialidades estelares geneticamente transmitidas para eles.

Esses monumentos erguidos serviram para nos abrigar até o dia em que poderíamos voltar às nossas origens celestes. As tecnologias disponíveis eram escassas e já não se comparavam com as da Era Aurora. Iniciava-se então uma nova Era de Escuridão.

Muitos anos se passaram e novos descendentes surgiram, mas nós continuamos nos monumentos erguidos pelos nossos descendentes humanos híbridos para nos proteger; estes seriam nossos descendentes mais próximos na Terra. Muitos de nós eram considerados imortais em comparação aos humanos, pois nossas linhas temporais eram totalmente diferentes, e somente os híbridos puderam viver por mais tempo, mas não eram imortais como nós.

Neste lugar, podíamos celebrar nossos astrodescendentes, nossas culturas, sociedades e manter contato com os nossos familiares híbridos humanos. Recebíamos alimentos e instrumentos para nossa vivência. Podíamos descer em nossas cidades criptoterranas e subir para nossas cidades terrenas, pois ambas estavam protegidas do ambiente externo da superfície, devido ao ar atmosférico, que era venenoso e nos destruiria se saíssemos dos monumentos.

Por isso, as pirâmides em todo o mundo são totalmente vedadas. Vivemos dessa forma até nos tornarmos lendas e mitos. Muitas das escrituras e afrescos nesses monumentos mostram essas histórias, mas foram ignoradas ou escondidas pelas religiões e pela ciência ortodoxa, que não souberam nos explicar.

Nos tornamos deuses para muitas civilizações futuras, que ouviram nossas histórias de poder e glória; não somos deuses, mas seres extrafísicos estelares, criptoterranos e intraterranos. Essas histórias contribuíram para a formação de muitas religiões terrenas, inclusive as anímicas, que tinham facilidade de entrar em contato conosco por meio de portais vibracionais energéticos. 

No início, parecíamos como nós somos, mas percebemos que, com o tempo, nossas aparências transmitiam medo e pânico às pessoas. Então começamos a nos transformar holograficamente em seres humanos para sermos mais aceitos em troca de alimentos vibracionais quânticos. Alguns de nós se viciaram nessas trocas, que se tornaram oferendas doadas aos "deuses".

Quando foi possível, voltamos para nossos planetas de origem por meio de portais criados tecnologicamente por nós nessas trocas energéticas, pois conseguimos os materiais necessários para abrir portais de comunicação com nossos astrodescendentes, e muitos humanos puderam ir conosco nessa viagem.

Muito tempo depois, nossos astrodescendentes voltaram para a Terra em suas naves, reivindicando proteção para aqueles que hoje são nossos astrodescendentes humanos e vibram como nós. Estes estão nos corpos dos humanos que abrigam, por emersão, as consciências estelares que chamamos de sementes estelares. 

Nós estamos entre vocês e com vocês em todos os momentos, porque vocês são partes de nós.

Procurem as evidências.  

Mensageiro Rhamizonn de Sírius


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