quinta-feira, 25 de maio de 2023

As cidades de Atlântida e Lemúria.



Mensagem canalizada em 25/05/23 as 03:40 por Alecht pelo mensageiro Rhamizonn de Sírius. 

No tempo dos embates, a Terra sofreu muitas transformações que contribuíram para exilar muitos estelares e humanos em locais provisórios. Dois desses locais foram as cidades de Atlântida e Lemúria, vindas do Sistema de Arcturus e da Constelação das Plêiades. Essas cidades vieram como naves-cidades através de campos interestelares, viajando a velocidades além da luz terrena. Cada uma chegou à Terra com seus habitantes e tecnologias.

Os Arcturianos trouxeram sua cidade altamente tecnológica chamada Atlântida, localizada em terra firme, enquanto os Pleiadianos trouxeram Lemúria, situada no lado aquático. Essas cidades eram aéreas e protegidas por cúpulas de forças vibracionais de energia vril. Elas abrigaram muitos seres estelares primordiais e os primeiros humanos híbridos por muitos éons.

No entanto, em certo momento, acreditando que poderiam modificar o ambiente da Terra para que todos os seres estelares pudessem viver novamente na superfície, os habitantes dessas cidades, por possuírem energia vril, tentaram unir suas energias. Contudo, essa tentativa falhou porque ambas cidades tinham energias vril diferentes e, ao unirem-nas, criaram uma potência atômica de força que afetou negativamente o núcleo da Terra.

Quando injetaram as duas energias no núcleo intraterreno, ele respondeu com uma força reversa, causando mais transtornos na Terra. Alguns desses transtornos foram:
- As rotações no eixo da Terra e de Gaya, que antes giravam em consonância, foram afetadas, tornando-se contraditórias e iniciando a separação das dimensões terrenas das de Gaya.
- A destruição da Pangeia, dividindo planícies em continentes.
- A criação dos bolsões intraterrestres, que mais tarde permitiriam a formação das cidades intraterranas.
- O que era terra tornou-se mar e vice-versa, ocasionando um desequilíbrio ambiental catastrófico que destruiu quase toda a criação realizada até então na Terra.

As cidades aéreas, apesar da propulsão atômica, não foram danificadas, pois as cúpulas de energia não foram destruídas. No entanto, elas tiveram que deixar a Terra, pois a força da propulsão afetou gravemente a atmosfera, causando uma retração volátil que poderia destruí-las.

As cidades aéreas Arcturiana e Pleiadiana tiveram que retornar às suas constelações antes que fossem destruídas. Elas partiram da Terra como naves, levando todos os seus habitantes estelares, e prometeram voltar um dia para reparar os danos causados.

Atualmente, existem muitas sementes estelares Arcturianas e Pleiadianas na Terra, contribuindo para a formação do amor universal. Elas estão cumprindo suas promessas e trabalham junto com muitos outros estelares para o desenvolvimento da Terra e de seus astrodescendentes.

quarta-feira, 24 de maio de 2023

Os Primordiais e a construção da Terra


Canalização realizada em 23 e maio de 2023 por Alecht de Cian pelos Seres de Sírius.

No início das eras, nós, os primordiais, ajudamos a construir tudo o que era possível para a formação dos biomas e faunas, criando os reinos viventes da Terra. Chamamos de primordiais aqueles seres estelares que chegaram aqui bem antes da fisicalidade da Terra, quando a conhecíamos como Gaya.

Os primordiais são os habitantes das constelações de Sírius, Órion, Antares, Andrômeda, Alfa e Gama Centauri, e Dragônia com os dragonianos com seus Dragões. Mais tarde vieram os Draconianos, Serpentariuns e mais adiante nas mutações surgiram os Reptilianos. Cada uma dessas origens contribuiu com materiais genéticos e tecnologias dimensionais para a formação dos seres. Quando tudo já havia sido feito por milhares de éons, vieram os seres estelares Anunnakis para contribuir geneticamente com a criação dos seres conscientes, entre eles, os humanos.

Os Anunnakis e os Shanquions contribuíram para a formação do corpo humano biológico e psíquico, enquanto as emoções e sentimentos que compõem a consciência humana foram fornecidos pelos primordiais. Não existe um pai criador único, pois foram vários seres estelares que contribuíram para a formação de um ser que pudesse vivenciar as experiências terrenas e percebê-la como seu lar.

A potência da consciência espiritual foi criada especialmente pelos seres de Antares com a Grande Fonte Criadora, para potencializar o corpo humano e torná-lo um ser único no universo. Os seres humanos chamam esses seres criadores de Anjos e Deus, baseando-se na identificação dos seres estelares de Antares e da Fonte.

Não existe nenhum outro ser no universo que possua um espectro (espírito) anímico como o do ser humano. Nós, estelares, possuímos outro material consciencial para formar nossa capacidade psíquica, por isso não vivenciamos a fractalidade como os humanos. Nós existimos por meio de tecnologias na Terra, tais como: projeções fractais dimensionais (telestesia projetiva), emersão da consciência entrante, emersão da consciência nascente, entre outras formas tecnológicas. 

Aqueles estelares que se fractalizam resnascendo como consciências terranas são os que ficaram presos na Intraterra após a Era Dourada, devido aos embates que destruíram grande parte da Terra. Esses ficaram presos energeticamente pelo mecanismo vibratório do planeta.

Os seres humanos primitivos que existiram entre nós, estelares, por muitos éons foram os primeiros protótipos criados como humanos puros. É importante ressaltar que os seres humanos não vieram dos símios, como muitos acreditam, pois contribuímos com materiais genéticos dos seres primevos, projetando o corpo humano conforme o modelo dos humanis Anunnakis.

Os símios foram criados especialmente para serem animais pelos seres estelares Shanquions da Constelação do Cocheiro, que chegaram na Terra logo depois. Os humanos parecidos com os símios viveram antes da Pangeia. Podemos dizer que os símios são primos dos humanos pela aproximação genética com seu criador. Existe uma grande diferença entre ambos, que é a existência de diferentes consciências. Os Shanquions também contribuíram para a criação das variações de canídeos (cães) que habitam na Terra. Esses seres são muito semelhantes na cognição inferior e superior.


sábado, 6 de maio de 2023

Uma breve explicação das dimensões humanas e a ascensão



Canalização por Alecht 
Mensageiro Rhamizonn de Sírius. 

As dimensões geralmente são interpretadas pelos humanos no sentido linear de tempo e espaço percebido por eles. Nós, porém, percebemos e vivemos as dimensões de forma diferente, pois na Era de Aurora, quando estávamos aqui, os seres estelares primordiais colaboraram com materiais genéticos para a construção do Planeta Terra.

Antes do planeta físico existir, já havia o plano sutil chamado Gaya. Portanto, a construção do planeta físico também contou com a colaboração de seres extrafísicos sutis, conhecidos como espectros (espirituais).

As dimensões começaram a ser percebidas linearmente pelos humanos há milhares de anos, quando o primeiro protótipo de humano foi criado geneticamente para habitar a Terra. Era necessário criar um ser que pudesse viver na superfície da Terra e que tivesse autoconsciência e consciência do outro. Assim, os seres de Antares utilizaram a essência já criada dos seres sutis para a formação da consciência espiritual, que seria uma potência a ser inserida no corpo humano nascente, estimulando uma cognição superior por meio da glândula pituitária, além da já existente cognição inferior instintiva. 

A cognição superior inclui processos mentais como emoções, inteligência, volição, criatividade, memória e sentimentos e etc., enquanto a cognição inferior abrange instintos básicos humanos como comer, beber e dormir e etc.

Os primeiros seres a serem criados foram os que vocês chamam de homem primitivo. Eles viviam em comunidades e tinham uma percepção unidimensional da realidade ao seu redor, resultando em processos mentais muito rudimentares.

Estes homens primitivos viveram por milhares de anos, aprendendo e sendo observados em seu desenvolvimento. Eles ainda não tínhamos interação física com outros, pois eles ainda estavam muito aquém do entendimento de sua própria existência.

Após muitos anos, este ser humanos começou a desenvolver a percepção de sua própria existência e do outro. Nesse período, podemos dizer que ele estava entrando na bidimensionalidade, e nós começamos a interagir e viver entre eles. Sua percepção começava a se afinar, criando instrumentos mais sofisticados para sua subsistência e percebendo fenômenos crísticos, o que os levou a criar mitos e lendas, nos percebendo como seres divinos. Durante esse período, vivemos entre eles, contribuindo para a continuidade da vida material e genética na Terra. Também criamos laços afetivos que possibilitaram o surgimento de astrodescendentes híbridos, conhecidos mais adiante como semideuses.

Contudo, a cognição superior ainda era insuficiente. As primeiras dinastias de impérios retratam, na expressão artística, a forma como nos percebiam e percebiam a realidade, como nos afrescos dos templos egípcios, incas, fenícios, etc., com suas artes laterais bidimensionais antropomorfizadas. Milhares de anos se passaram até que o ser humano começasse a perceber cognitivamente a tridimensionalidade, o que também se refletiu nas artes, através das estátuas tridimensionais fora das paredes.

Neste período, a percepção e a cognição superior estavam mais desenvolvidas, e os sistemas religiosos foram criados, trazendo o domínio de uns sobre outros e elegendo hierarquias de privilégio através do poder econômico. Esse período marcou o ápice da humanidade, quando começou a divisão entre "corpo e alma" e as emoções da racionalidade, conhecido como Iluminismo no Ocidente, ou Era da Destruição pelas grandes guerras.

Muitos anos depois, os seres humanos se perceberam mais aprimorados, e a cognição superior, desenvolvida pela potência da consciência espiritual, começou a compreender que o corpo humano era constituído por algo mais. Começaram, então, a perceber os fenômenos espectrais (espirituais) e a se comunicar com eles, vivenciando o mundo de uma forma mais anímica, com uma referência divina espiritualizada.

Neste momento, os seres humanos começaram a sentir Gaya neles, marcando o início do período da Era Remanescente, onde podemos dizer que os humanos estavam entrando na quadridimensionalidade, vivenciando experimentos espectrais anímicos por meio da arte e literatura (Livro dos Espíritos e espiritualistas). Essa Era trouxe a percepção dos valores humanitários, através dos direitos e valores humanos.

É importante ressaltar que estamos descrevendo a maioria dos humanos, pois haverá aqueles que se anteciparão nas dimensões e farão disso um privilégio. Além disso, alguns contribuíram para o desenvolvimento humanitário, tendo em seus corpos a emersão de entrantes.

Muitos anos se passaram até perceberem que, além das vivências espectrais (espirituais), existiam também as estelares. Iniciou-se assim a quintadimensionalidade, com a percepção e ascensão à existência cósmica. Estudos perceptíveis indicavam que os seres estelares existiam e poderiam estar entre vocês (ufologia).

Durante esse período, nós, estelares, estávamos realizando pesquisas com os seres humanos para a inserção de tecnologia por meio de emersão de consciência estelar, possibilitando que eles se tornassem seres estelares além da vertente espectral (espiritual), conhecidos como sementes estelares. Estas sementes seriam os remanescentes dos híbridos estelares, nossos astrodescendentes (para melhor entendimento, leia a canalização "No início das Eras").

As ascensões são momentos em que os humanos conseguem desenvolver sua cognição superior e percepção para alcançar uma nova realidade dimensional.


A influência da frequência vibracional na transcomunicação rudimentar com o lado de lá

  Estes experimentos foram realizados em 21 de abril de 2022 as 22h Nestes experimentos de transcomunicação eu utilizei a televisão que esta...